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A Citronela e a Dengue:

Esta semana uma internauta, que recentemente teve dengue hemorrágica, enviou um e-mail pedindo ajuda na divulgação da planta citronela, que funciona como controlador biológico do Aedes aegypti. Ela propõe um programa de conscientização pública que invista no plantio da citronela, que lembra a erva cidreira, mas que tem resultados bem diferentes. "Precisamos alertar a população para plantar a citronela em jardins e vasos nas entradas das portas e janelas. Cada planta, quando desenvolvida, cobre como repelente 50m2. Num jardim de 300 m2, cinco moitas são suficientes para que muitas bromélias cresçam sem nenhum mosquito, nem de dia e nem de noite. Livrem seus lares de mosquitos, principalmente o da dengue", alerta.
A citronela é bastante conhecida pelos seus efeitos repelentes, principalmente contra mosquitos e borrachudos. Ela forma uma touceira densa, suas folhas são longas, com bordas cortantes e de coloração verde clara, idêntica ao capim-limão. “O plantio destas mudas é uma alternativa de baixíssimo custo e de nenhuma agressão à saúde da população para diminuir o aumento do mosquito da dengue”.
A sugestão: - A Prefeitura fica responsável pela escolha dos locais onde serão plantadas as mudas de citronela. As regiões com maior incidência de pessoas com Dengue terão prioridade no plantio destas espécies. "Vamos iniciar agora este plantio e em dois anos poderemos observar a redução considerável da Dengue na cidade. Esta planta é muito usada em jardins e canis, principalmente em períodos chuvosos, época de reprodução do mosquito". Outros municípios também aderiram a esta alternativa e há meses começaram a plantação de citronela com o objetivo de evitar o avanço da Dengue.
No mercado, podemos encontrar vários produtos fabricados com óleo de citronela, entre eles: Velas, cremes e loções.

Use sempre os repelentes de forma segura
Não use repelentes sob as roupas.
Não aplique repelentes na pele irritada ou com cortes.
Não aplique repelentes próximo à boca ou aos olhos e use com moderação ao redor das orelhas. Ao usar produtos em spray, aplique o produto primeiramente em suas mãos e então o aplique na face.
Os produtos que contêm o óleo de eucalipto citriodora não devem ser aplicados em crianças com menos de três anos de idade.

Andiroba
A sua semente dá um óleo que não só espanta mosquitos como trata das picadas – além de servir contra vermes, protozoários, artrite, reumatismo, inflamações em geral, infecção renal, hepatite, icterícia, e outras infecções do fígado, dispepsias, fadiga muscular, dores nos pés, resfriados, gripes, febre, tosse, psoríase, sarna, micose, lepra, malária, tétano, herpes e úlceras graves. É adstringente e cicatrizante de efeito rápido, bom para a malinha de primeiros socorros. As folhas e a casca são usadas para fazer um chá que tem poderosa ação diurética e limpa rins e bexiga. É carrapaticida. Parasiticida. Está sendo testado para câncer.


A vela de andiroba é usada como repelente, sua queima não produz fumaça tóxica ou fuligem, não tem cheiro e a matéria- prima vegetal tem origem certificada pelo IBAMA. Resultado de pesquisas realizadas na Fiocruz o dispositivo na forma de vela é capaz de volatilizar substâncias presentes na semente de andiroba (Carapa guianensis Aublet), durante um período suficiente para afastar insetos hematófagos, como por exemplo, mosquitos dos gêneros Culex, Aedes Anopheles, piuns ou borrachudos (simulídeos).

Sabonete repelente pode ser coadjuvante no combate à dengue

Marina Mezzacappa EMBRAPA 01/04/2008

A epidemia de dengue no estado do Rio de Janeiro já contabilizou mais de 43 mil casos da doença este ano. Até esta segunda-feira (dia 31), 67 mortes eram atribuídas oficialmente à dengue no estado. Atentos a essa realidade, pesquisadores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) estão desenvolvendo um sabonete repelente que pode atuar como coadjuvante no combate à doença.
A equipe do Laboratório de Ciências Químicas da universidade, capitaneada por Edmilson José Maria, realiza a pesquisa desde outubro de 2007. O objetivo é obter sabonete que tenha ação repelente de seis horas e baixo custo para a população.
“ A fêmea do mosquito Aedes aegypti atua no período diurno e nossa intenção é a utilização de um sabonete repelente nesse horário para diminuir o tempo de ataque da fêmea e reduzir gradativamente o número de casos”, explica José Maria.
O pesquisador afirma que, ao contrário do uso de repelentes corporais, o banho já é um hábito incorporado, o que facilitaria a aceitação do produto. “Além disso, repelentes corporais, elétricos e inseticidas têm uma relação custo benefício elevada para o padrão da população brasileira”, avalia.
Segundo ele, o sabonete deve ser passado preferencialmente nas áreas do corpo que ficam descobertas, evitando mucosas e feridas, bem como a utilização por crianças com menos de seis anos e mulheres grávidas. ““O produto terá as mesmas propriedades dos sabonetes tradicionais e poderá substitui-los em algumas circunstâncias, podendo serusado em partes do corpo ou em toda sua extensão”, dependendo do local onde a pessoa esteja”, explica José Maria.
O sabonete tem em sua composição, além de glicerina, óleos essenciais com comprovada ação repelente contra mosquitos e pernilongos, extraídos de plantas como o capim-limão, a citronela e o cravo-da-índia. “Faremos testes para verificar a eficiência também contra carrapatos”, diz. A fórmula conta ainda com outras substâncias, mantidas em sigilo, que ajudam a aumentar o tempo de ação do produto.
A idéia de produção de um sabonete repelente surgiu quando Edmilson José Maria passou a integrar o grupo de pesquisas sobre biodiesel da UENF e sugeriu a coleta do óleo de fritura usado em estabelecimentos comerciais e associações de moradores para suprir tais pesquisas. “A partir dessa idéia, preconizamos a utilização de parte desse óleo usado e do subproduto do biodiesel, a glicerina, para fazermos sabão, e, posteriormente, pensamos em agregar ao nosso produto substâncias repelentes a mosquitos e pernilongos”, conta.
No momento, o sabonete está em fase de testes com concentrações variadas para delineação do maior poder repelente. Os testes estão sendo efetuados em parceria com as áreas de bioquímica e biologia da universidade. “Nossos esforços estão somente nessa pesquisa para disponibilizarmos o produto final o mais rápido possível, preferencialmente antes do final do primeiro semestre”.

 

 

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